Gdbserver

Debugging remotely with gdbserver

This year has been an awkward one. All COVID-19 situation has been changing a lot the way we work. Suddenly everyone needs to start to work remotely and learn new tools to do so. I had been learning a lot of terminal tools and using a minimal graphical interface as much as possible in my daily activities, just for fun. So this transition to remote work was, basically, in my environment, with an ssh connection in the middle. One of the tools that I’ve started to use more often was gdbserver.

In this guide, I am going to give you a quite basic tutorial on how to use gdbserver to debug your Linux application.



Core Dumped, how to use

Some time ago a friend told me that writing my posts in English would be a good idea to reach more interested people and to improve my English skills. So it is time to start writing in English.

Core Dumped. Have you ever seen this message after your application crashes? Do you know that it is possible to get the inner state of your application after it crashed and debug it? Yes, it is possible with the core dump feature.



Tmux

Como comentei em outro post, tenho usado muito o terminal ultimamente em meus trabalhos. E além do fish e o vim, um outra ferramenta que tem me proporcionado um bom desempenho é o tmux.

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Configurando minimamente o vim

Tenho usado muito o editor de textos do terminal Vim esses últimos dias. Uso tanto em casa, como no trabalho, seja no desenvolvimento das minhas aplicações, quanto para escrever esse post. Chegou a um ponto que senti a necessidade criar uma configuração para me deixar mais à vontade, pois me vi replicando as mesmas configurações uma a uma, entre os computadores. Então, partiu dar uma estudada em como realizar essa tarefa e criar um arquivo de configuração do Vim, o vimrc.

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Fish, um terminal amigável e inteligente

Nesses últimos tempos tenho trabalhado muito no ambiente do Linux, fazendo diversas operações de arquivos, compilação e configuração no terminal. E com isso venho aprendendo a usar o terminal de forma hardcore, usando diversas aplicações do Linux no dia a dia, como sed, grep, find, make, cmake, git. E estou gostando bastante. Recentemente um amigo (obrigado Akira) me apresentou um shell para o terminal bem diferente, o fish. Até então, vinha trabalhando com o padrão do ubuntu (bash). E mudando, me fez perceber várias sutilezas que acabam fazendo uma pequena diferença no todo.

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